A caipira, que de boba não tinha nada, tava de caso com um fazendeirão rico e mão-aberta. Todo dia a danada aparecia em casa com um presente diferente. Até que o marido fica encafifado e pergunta: - Mais, Ditinha... Onde é qui cê arruma dinhero pra comprá essas coisa cara? Óia só... casaco de pele, televisão, máquina de lavá roupa, liquidificadô, geladera, jóias... E a mulher: - Ah, Dito... É o Sírvo Santos! Comprei uns carnê do baú e ganhei esses prêmios, uai! O capiau finge que engoliu. Afinal, a casa era dele e ele acabava aproveitando também.
Um dia, o casal vai a uma festa junina. A certa altura, a safada diz pro marido: - Benhê... vô sartá foguera! - Tá bão, Ditinha... mais, vê se toma cuidado pra num queimá o carnê, viu?